Ausente pra “balanços”

Postado em Uncategorized em Novembro 9, 2009 por confessioning

 

Amados e amadas, estou aqui derretendo no delicioso calor carioca num pc com space quebrado só pra dar-lhes satisfações de minha ausência.

Já disse, too no RJ. Baianinha turistando no Rio só dá o que PRESTA né?!

Então, estou usando muito bem meu tempo por aqui, naum tentem me encontrar pela net pq eu raramente vou acessar o blog e aguardem eu voltar, talvez e só talvez eu traga historinhas interessantes pra contar.

Beijinhos acalorados em todos!

,.
*

Da Atis #3

Postado em Uncategorized em Outubro 30, 2009 por confessioning

Ela demorou menos do que esperávamos, mas tbm pregou uma peça…
Apesar desse ser um texto delicioso e hipnotizante…
Bem… voo deixar que leiam e tirem suas proprias conclusões.
Vc acha a parte dois dessa historia aqui.

Le Fleuriste

3º Capitulo – A Armadilha

Já era quase uma da tarde. O tempo estava escuro e um vento frio embalava a copa das árvores e revolvia as folhas caídas sobre o chão. Da janela ela podia ver o pátio interno do colégio e os pássaros sobre a pequena fonte. Por dento ela ainda se sentia perdida em sua solidão.
Um pequeno pássaro azul pousou soleira na da janela entre aberta e ali ficou por alguns minutos. Era como se ambos se compreendessem sem usar palavras. A menina sentiu que era observada por aquela ave como um passarinho preso.
“Será que você sabe o que me falta? Parece que tem algum segredo que deseja. mas não pode me contar… “(pensou Belle)
A ave se aproxima ainda mais, e ambas trocam olhares por alguns segundos. Subitamente algo chama a atenção do animal e o todos os pássaros saem em revoada.
A professora havia passado algum tempo em sua mesa corrigindo alguns trabalhos. Estava elegante, sentada de pernas cruzada e segurava um lápis preto com borracha arredondada na ponta.
_ Belle você esta bem? Acabei de corrigir o restante dos trabalhos. Agora podemos conversar mais a vontade.

_Há… Sim!… Só me distrai um petit o observando as árvores.

_ Sim… Você me disse que se interessa por botânica… Não é um interesse comum pra garotas da sua idade…

_Confesso que meus interesses sempre foram “um tanto quanto”… Diferentes… Quando comparados a garotas da minha idade.

Sorriu levemente como quem relembrasse alguns segredos e continuou.

_… Mas acho que isso se deve ao modo como fui criada. Minha mãe morreu quando eu ainda era um bebe… E como meu pai sempre esteve “ocupado”… Fui educada pela minha avó paterna, de quem herdei a paixão pelas flores. Sobre tudo pelas “orchideas”…

A professora parou de escrever, pôs o lápis que segurava atrais da orelha direita. Levantou-se e caminhou ate a frente da mesa.

_ Desde o momento em que te vi… Pude perceber que você não era uma garota comum… E muito menos teria gostos comuns … São raras as pessoas que prendem a minha atenção desta forma…

As duas se olharam por alguns instantes em silêncio. Como se ambas esperassem o próximo mover de peças em um jogo sem regras fixas. Ate que a professora sorriu continuou.

_ Sente-se aqui na frente, chegue um pouco mais perto… Para que possamos conversar melhor.

Belle obedeceu e se sentou na carteira em frente à mesa. Não tinha o costume de se fazer de desentendida, e sua intuição dizia que toda aquelas palavras tinham apenas um objetivo.

Lentamente a professora foi se recostando sobre a mesa… Arrastando suas pernas devagar… Deixando escapar com os movimentos o bordado da meia preta que usava ate que a pele branca de suas pernas ficasse ligeiramente a mostra, destacada entre a saia preta. Tudo parecia estar sendo feito para provocar Belle… E de certa forma estava surtindo efeito.
Ao notar que seus artifícios haviam funcionado a professora sorriu. E em seu olhar a jovem podia ver mais que a satisfação de ser cobiçada. Podia ver algo alem de um convite… Um desafio.
A mulher sentou-se sobre a mesa e cruzou as pernas, deixando o rasgo de sua saia mostra parte de sua cocha carnuda. Seus olhos azuis analisaram cada detalhe do corpo da jovem a sua frente como se tentassem alcançar a visão alem de seus limites.

_ Mas me diga… Por que tanto fascínio por orquídeas?

Descruzou as pernas deixando amostra o vão escuro entre elas e onde a imaginação da menina caminhava por si só.

_ Há mais nas orquídeas do que qualquer “fleuriste” pode compreender… Elas me cativam… me seduzem ..mais do que pela forma …

Belle se levanta rápido surpreendendo a professora que com o movimento rápido joga o corpo para trás. Então ambas aproximam seus corpos… E a jovem afunda suas mão na nuca da mulher, entre os cabelos, os puxando com força para trás. Mas nenhuma quer se dar por vencida, nenhuma quer se render por completo. E continuam a se provocar.

_ Pra mim orquídeas são como mulheres…

Belle levou lentamente seu rosto ate pescoço da professora e ali se banqueteou durante alguns minutos dos perfumes que aquela pele emanava. Subiu ate o lóbulo de uma das orelhas e o mordeu, fazendo com que a professora emitisse pequenos gemidos de prazer.

_ Ham… “Mulheres”…? Como?
Belle se voltou para ela e em seu sorriso havia algo de travesso. Era como se contasse uma piada sobre si mesma.

_Assim como uma mulher… Uma orquídea é uma flor dentro de outras tantas iguais… mas com o poder de ser totalmente diferente de qualquer outra…

Não houve mais resistência diante daquele sorriso tão provocador. Os muros haviam caído e todos os limites haviam sido perdidos. Só havia o jogo… E o desejo. E enquanto suas bocas se entrelaçavam Belle podia sentir a mão quente da professora percorrer embaixo de suas roupas atiçando ainda mais o calor que incendiava suas peles.
As roupas começavam a atrapalhar… Assim como os objetos sobre a mesa que em um movimento foram jogados no chão.
Belle foi empurrando a saia da mulher para cima enquanto a beijava, seus dedos aflitos desfiavam a meia calça da professora enquanto tentavam subir por sobre suas pernas.
A mulher desabotoou rapidamente a blusa da jovem e lançou sua língua voraz entre aqueles lindos seios. Eram brancos e delicados, com pontas rosadas e rígidas. Prendeu um dos bicos entre os dentes enquanto suas mãos desesperadas abaixavam a calcinha de Belle e apertavam suas nádegas.
Mas algo parou a menina, alguma coisa parecia estar fora do lugar. Então ela se afastou.

_O que foi? Vamos… volte já aqui..não se pode começar algo e parar assim …é o lugar? Não se preocupe… trabalho aqui a muito tempo … E ninguém fica nos corredores nesse horário e as salas são a prova de som… não se preocupe…

_ Tudo bem mesmo? Eu não sei… Algo esta errado…

_ Venha… Eu garanto… ninguém vai nos ver aqui..venha! me beba agora !

A menina continuou afastada e receosa com seus pensamentos. Pressentia algo.
Ao ver a menina se afastar mais a professora resolveram usar todas as suas armas.

_ Pois bem… vamos ver se eu consigo tirar esse seu medo…vou lhe mostrar…

A mulher começou a se despir. Por baixo da blusa cor de carne havia um sutiã de renda preto que sustentavam um suculento par de seios alvos e carnudos. Continuou tirando a saia e ficando com apenas a pequena calcinha de renda preta que usava.
Era a hora da verdade e Belle encarava todo o desejo que havia suprimido com firmeza. Mas ainda havia um ultimo golpe.

_Vejo que você quer mais “mon Cher”… Então eu vou mostrar.

A mulher se sentou sobre a mesa e retirou lentamente a calcinha. Pode sentir a Belle se desequilibrar por dentro. Então jogou a calcinha no rosto da jovem e continuou. Pegou o lápis que trazia na orelha direita e chupou lentamente a borrachinha arredondada de sua ponta… Manchando-a com o batom vermelho de sua boca. Abriu as pernas para que Belle pudesse ver o vão entre elas com sua borda completamente molhada pelo desejo. Então retirou o lápis da boca e enfiou a parte emborrachada dentro de si fazendo movimentos contínuos sobre o clitóris. A jovem estava hipnotizada, e parecia que tudo que podia fazer era avançar.

_Você não vem?

Disse a professora sorrindo.

Imediatamente Belle se rendeu. Estava fadada a enfrentar provocações… E seja lá o que havia sentido… Nenhuma intuição poderia se comparar a força que sua própria carne exercia agora.
Ajoelhou entre as pernas da mulher e com suas leves mãos começou a acariciar as pernas da professora.
A mulher puxou o rosto da jovem para cima e sorriu.

_Se você se recusar a fazer o dever de casa… eu serei obrigada a te por de castigo … E eu detesto ser “malvada” com minhas alunas.

A menina abaixou a cabeça e voltou seus olhos para aquele sexo umedecido a frente.

_Sim Senhora.

Retirou o lápis e o lançou longe. Começou a sorver aquela mulher, enfiando sua língua rapidamente , chupando, mordendo. Enquanto suas mãos percorriam entre os seios e barriga. As unhas de Belle se encravavam na pele branca das costas da mulher deixando vários arranhões que eram seguidos de múltiplos gemidos. Começou então a lamber as virilhas, enquanto seus dedos entravam entre as pernas da professora diversas e diversas vezes. Sentiu o clitóris da mulher se enriquecer então o prendeu entre os dedos, fazendo com que os gemidos aumentassem ainda mais. Enquanto isso seu próprio corpo começava a ser novamente invadido por aquelas mãos estranhas… Que se enroscavam entre sua calcinha ate penetrar seu corpo. Tudo ao seu redor emanava desejo. ambas suavam e se consumiam em uma febre frenética e lasciva. Ambas continuavam entretidas em seus prazeres.
Belle então voltou sua boca a onde não deveria ter deixado e ali permaneceu sorvendo. E estimulando não só com a língua, mas também com os dedos, enquanto a professora segurava os cabelos da jovem entre as mãos forçando aqueles movimentos cada vez mais para dentro de si. Ate seu corpo se estremecer, consumido em múltiplos arrepios. Aquele toque parecia queimar. Sentia seu corpo explodir todo aquele desejo em gemidos. Mas sua voz foi logo abafada pelos lábios da jovem que a tomou em um beijo aflito, com a boca ainda coberta pelo gosto de seu sexo.
Mas algo estava errado. Ambas não perceberam que estavam sendo observadas há algum tempo através da porta entre aberta. Pequenas gotas de chuva começaram a se chocar contra o vidro da sala ate se transformar em uma tempestade… Parecia que o céu derramava as lagrimas… De quem não se permitia chorar.
Sem perceber, a mão que impedia a porta de se abrir foi a mesma mão que a empurrou com força contra a parede para que o espectador se revelasse.

Continua…

Eu estarei lá com elas

Postado em Uncategorized em Outubro 27, 2009 por confessioning

lavinia-lovelace

No blog da irmãzinha Lovelace.

E agora?

Postado em Uncategorized em Outubro 25, 2009 por confessioning

PICT0099

Ganhei um pau de chocolate e não sei o que faço.
Eu o como ou o deixo me comer?

Tesão num narigão

Postado em Uncategorized em Outubro 25, 2009 por confessioning

Confesso, toda vez que vejo o Adrien Brody tenho vontade de dizer:

Me chama de cocaína e me cheira toda!

Vai ver o tesão é proporcional ao tamanho do nariz… sei lá.

Putas

Postado em Uncategorized em Outubro 20, 2009 por confessioning

whore

Nas estradas, esquinas e avenidas de todo o mundo há sempre uma mulher, homem ou travesti em vitrine aberta oferecendo seus dotes sexuais como mercadoria.
Condenável, deplorável, detestável.
Putas, rameiras, quengas, prostitutas… que dizer delas?
As moças de bem e donas de casa recatadas têm horror a elas, mas quem realmente tem moral pra denegrir uma pessoa? O quanto ela se denigre quando se vende? E será que não fazem por gostar?
Mas não é sobre as profissionais que quero argumentar, mas sobre as moralistas.
Santas demais pra apontar e julgar, mas sem problemas em oferecer um flerte, um caso, algum sexo, em troca de uma promoção no emprego, um papel na TV, um aumento no salário. E as moças bonitas com homens velhos e ricos? Amor ou interesse? E as senhoras que trocam algumas metidas por um dia de sussego? Que dizer da namoradinha que suporta o sexo sem graça do namorado em troca dos vestidos e jóias…
O que fazem, quem são? Menos prostitutas por não assumirem ou mais putas por julgarem?
E quais são os motivos delas, por que fazem isso? Hedonismo ou ambição?
São perguntas sem respostas, que não podem ser generalizadas na resposta. Só o outro sabe porque faz o que faz, a não ser que você se coloque no lugar nunca vai entender, só repudiar, invejar ou desejar.
E continuam putas… todas. Gemendo sob lençois, de moteis baratos ou de cetim negro, sempre putas, no fundinho, todas nós.
Recompensadas pelo prazer que podemos oferecer, recompensadas com matéria, ou com mais prazer.
Pense antes de dizer!

Da Atis #2

Postado em Uncategorized com as tags em Outubro 14, 2009 por confessioning

Apesar de raros, eles ainda me entregam os textos eróticos. A Atis, amiga minha, inteligentíssima, entregou a segunda parte do texto prometido. Segundo palavras da propria, essa parte tem mta lenga lenga, pouca ação, mas é imprescindível pra compreensão da terceira parte. Ela é do tipo que se prende na primeira, melhora na segunda e o paraíso é na terceira… pra quem não se lembra, aqui está o link da primeira parte da história [http://confessioning.wordpress.com/2009/08/18/da-atis/]
Vamos à segunda parte!

Le Fleuriste
2º Capitulo – As Abelhas

Veio aproximando seus lábios dos meus. Eu podia sentir o hálito quente da boca daquela desconhecida me invadir, prestes a me tomar por completo quando de repente… O sinal das 09h10 tocou e me fez despertar do transe. Assustada, empurrei-a contra a porta do reservado, num movimento violento, fazendo com que se desequilibra-se por alguns segundos. Atirei todas as minhas coisas dentro da bolsa e sai correndo do banheiro sem nem tomar o cuidado de abotoar a blusa. Estava mais atrasada do que nunca e completamente perdida.
Por sorte não havia ninguém pra presenciar minha fuga. Entrei na sala e me sentei, estava pálida. Fiquei remoendo todas aquelas lembranças ”Não! eu jamais vou falar sobre isso… isso não vai se repetir! Aquela maldita… se eu pudesse.. a mataria!”.
Minhas amigas tentaram chamar atenção… Porem continuei desligada do resto do mundo
Como sentia ódio daquela “umazinha” com aquele sotaque de “merd”! …Mas… ao mesmo tempo… Pensar me fazia reviver certas sensações… E quanto mais eu pensava maior se tornava o desejo que eu tentava negar.

Por coincidência a professora que entraria no próximo tempo também estava atrasada. Teria aula de geografia com a senhora Carla, que de senhora só tinha o tratamento porque não aparentava mais de 30 anos.
Era uma das professoras preferidas dos alunos (principalmente dos meninos). Não podia negar… Era muito bonita, branca, alta, magra, com olhos azuis claros, cabelos negros curtos na altura do queixo e costumava usar uma saia modelo secretaria preta apertada, que destacavam ainda mais suas cochas grosas.
Costumava ser pontual em suas aulas, e como já havia mais de 15 minutos de atraso, muitos comemoravam os tempos vagos… Não que eu tenha notado a falta de alguma coisa… A verdade é que minha cabeça estava em outro lugar.
Mas de subitamente ela entrou pela sala, vestindo sua saia de praxe, uma blusa decotada em v cor de carne e um par de sapatos pretos altos de bico fino. Estava radiante e alegre de mais… (coisa que ate eu percebi).
Pensei comigo mesma:
“La vem teste… isso tem cara de no mínimo um questionário bem “cabeludo”… daqueles que todo professor adora passar pra “ferrar” uma turma… ai meu Deus… não tem como eu fazer qualquer coisa desse jeito… ha!… Mas que se FODA!… depois, com calma, eu recupero a nota… o que vai ser uma gota? no mar de problemas que estou tendo.”.
Só que eu havia esquecido que uma simples gota muitas vezes é a diferença que falta pra desmoronar qualquer represa.

_ Bom dia alunos! Desculpem-me pelo atraso. Eu fiquei ocupada na secretaria, por alguns minutos a mais, ajudando a nova aluna da classe a preencher alguns formulários… (Virou-se para a porta ainda aberta com um sorriso todo contente… Esticou uma das mãos e acenou como quem pedisse para que entrasse.)

Não pude acreditar no que vi… ERA ELA! ALI! NA MINHA FRENTE!… E de todas as turmas do colégio ela tinha que parar logo na minha?!

_Essa é a nova colega de vocês, ela veio França e a partir de agora vai cursar o segundo semestre aqui. Sejam gentis com ela, e tentem fazer de sua convivência a mais agradável possível. (colocou uma de mãos sobre os ombros da jovem e continuou.)

_ Sei que a troca de ambiente deve ser muito difícil pra você… mas isso é uma ótima oportunidade de trocarmos conhecimento entre culturas diferentes …qualquer coisa eu ficarei feliz em ajudar. E só me procurar… ok? Bom, agora vou deixar que você se apresente para seus novos colegas.

Eu não sabia onde por meus olhos… mas involuntariamente eu ainda procurava os olhos dela … Ela já me observava há algum tempo. E quando nossos olhos se cruzaram ela sorriso, o que me fez ficar com o rosto todo vermelho instantaneamente.
Nem parecia a mesma garota. Agora, trajada com uniforme do colégio… parecia inofensiva, elegante …e educada … Mas ainda continuava com as botas feias e sujas nos pés.

_ Estou feliz em conhecer a todos… Eu sou Adoriabelle Léger… Podem me chamar de “Belle” se preferirem… Venho de Orleans na França… me mudei com meu pai.. Que esta no Brasil a negócios. Espero que possamos ser grandes… (olhou-me diretamente por alguns instantes como quem buscasse a resposta de um enigma)

_Como se diz em seu pais?…”amantes”… (No mesmo instante o engraçadinho da ultima fileira se pronunciou.)

_Com todo prazer “monamur”! (a piadinha fez com que toda turma começasse a rir.)

_Oh! Quero dizer… ”amigos”. Excuse-moi… É que eu ainda confundo as palavras “um petit”.

Claro que a professora, tão mais dedicada que o normal… interrompeu os risos… Porem, pra mim, estava bem claro que aquilo era uma indireta destinada a apenas uma pessoa.

_Silencio todos… Não vêem que estão deixando-a envergonhada. Ho. Minha querida… não se incomode… Sentes-se ali naquela cadeira. (Pro meu azar, a cadeira em questão, era atrás da minha)

Ela passou me encarando e deixando um rastro de perfume no ar. Não sei se pude esconder meu nervosismo… Eu não sabia onde me por.. nem como me comportar..e tudo indicava que isso duraria a eternidade.
Eu a odiava??? ”SIM EU A ODIAVA MUITO!!!”… Ao menos era isso que eu tentava me convencer.

_Bom alunos… aproveitando a entrada da nossa nova aluna… Vou mudar um pouco o plano de aula e adiantar um capitulo… Para ajudar a “Belle” na adaptação… ok. Vamos para o capitulo 27 – Economia européia…

A atitude “alegrinha” da professora começava a me irritar.” Que historia era essa de “Belle” e “Minha querida”??? O novo comportamento da professora era o único que me perturbava. Porem existia outras coisas com que me preocupar.
Já havia me amaldiçoado o bastante em pensamento e não existia castigo pior do que estar no meu lugar. Eu sintia os olhos de Belle me observando… Queimando a minha nuca. E não podia fazer nada.
Pensei em mudar de lugar, mas não haviam cadeiras vagas e mesmo que tivesse alguma… Não teria coragem de me levantar. A professora continuou a aula. E tudo que pude fazer era tentar me distrair com matéria.
Aquela sem duvida era a pior hora que eu já tivera em vida. eu sentia vontade de fugir , correr o mais rápido e longe possível…mas não conseguia mover um músculo. A todo o momento eu olhava o grande relógio pendurado na parede acima do quadro negro e cada minuto era uma eternidade. E aquela “francesinha maldita” parecia tão natural… Tão inocente.. sorrindo e falando com as outras garotas … Ha! Como isso me irritava!!!
Finalmente o sinal tocou. Que alivio! Eu iria sair e ter tempo para pensar no que fazer nos tempos de educação física que viriam a seguir. Mas antes que a turma pudesse levantar alguém bateu a porta. Era dona Ana, a secretaria da coordenação, uma senhora idosa, com um gosto para roupas um tanto quanto brega, mas muito gentil.

_ Bom dia. Eu estou aqui para comunicar que a turma será dispensada após o intervalo. O professor Eduardo, de Educação Física, teve que resolver uma emergência. E não poderemos substituí-lo,

“Essa foi a melhor noticia que eu poderia receber! Casa!”
Imediatamente, todos começaram a se levantar e eu resolvi fazer o mesmo. Mas enquanto eu me levantava senti algo cutucar as minhas costas. No susto me virei rapidamente e encontrei Belle sentada sorrindo pra mim. Aquele rosto lindo…tudo de que eu tentava escapar.

_Desculpe-me se a assustei… Não foi apropriado da minha parte. É que você esqueceu isso no banheiro… (mostrou-me um batom na palma de uma das mãos)

_ Eu ate poderia ficar com ele… Mas acho que a cor… Fica melhor em você..

Eu não consegui falar nada… Subitamente todos pelos do meu braço se arrepiaram… me sentia tonta …e ao mesmo tempo… Era como se algo misterioso me prendesse a ela. Porem tentei manter a minha cara de indiferença (… se é que isso era possível). Peguei o batom num movimento rápido, mas ela segurou minha mão antes que eu pudesse parir.

_ Eu sei que você sente isso… “mon orchid”… Minha proposta ainda esta de pé.

Encarou-me por alguns segundos e soltou minha mão. Tudo que eu queria fazer era escapar de mim mesma e de todos os efeitos que seu toque me provocara.
Mas enquanto eu passava pela porta algo me chamou a atenção. Ouvi a professora pedindo para que Belle ficasse na sala mais alguns minutos. Sentir algo muito diferente ali. ”Não… é bobagem! Você esta ficando maluca? O que é isso ciúmes?” E por mais que eu pensasse e tentasse me convencer do contrario as minhas suspeitas não mudavam. Mas continuei andando.
Ao chegar pátio da avistei Felipe meu namorado. Era Moreno, 1.80m, forte e com cabelo encaracolado. O típico “safado com cara de anjo”. estava cercado de amigos, todos inda trajados o uniforme do treino de futebol Como sempre assim que me viu veio tentando me agarrar.

_ para Felipe. Eu não estou com humor pra isso hoje.

_que foi gatinha… To com saudades de você. Vamos aproveitar seu tempo vago e ir pra minha casa.. só nos dois.

_ Não.

“O que estava querendo?” Mesmo ali do lado dele… a única coisa que eu conseguia pensar era naquela ‘maldita”. E cada vez mais os pensamentos dela e da professora sozinhas eram como abelhas irritadas zumbindo dentro da minha cabeça…e já não podia tolerar.

_que foi? Ta “naquele dias”? Vamos… A gente faz outras coisas.. Ate bem mais… Divertidas.

_ NÃO! Vai tomar um banho frio e se isso não bastar… Vai fazer sozinho. (O empurrei e sai andando)

Eu tinha que voltar e saber o que estava acontecendo.

Continua…

Vulcões

Postado em Uncategorized em Outubro 13, 2009 por confessioning

Alaa

A Itália. Seu corpo em partes me lembra a peninsula, banhada pelo mar por todos os lados, com seus montes vulcânicos soprando seu hálito morno em cada canto do País.
Um ar ítalo-vulcânico num corpo brasileiro. Mais que brasileira, alagoana. Mais que alagoana… teimosa.
Me diziam: “No Brasil não há vulcões”. Tolos.
Não viram, eles, o que essa mulher é capaz de fazer. Ela faz meu corpo tremer em fervores, em espasmos, faz-me explodir de felicidade, emoção, tesão.
Das minhas, das nossas entranhas sai lava, quente, deliciosamente degustada… e eu me rendo.
Me rendo, pois sempre me rendi ao fogo.
Entrego-me em tuas mãos, em tua lingua quente, em tua saliva e fluido de magma, me entrego pra te bolir em ondas, te causar abalos sínicos, te impeço e provoco, nego e renego, só pra que faça o contrario, pra que faça birra, seja teimosa.
Gostosa!
Feito fruta, feito vulcão.
E em minhas mãos, meu Vesúvio em erupção.

Cá está uma pequena prosa poética pra uma linda amiga perceptivelmente adorada por mim.
Alá… promessa cumprida.

Eu vou… eu voou…

Postado em Uncategorized em Outubro 8, 2009 por confessioning

Kitty012

A pergunta vai para as mulheres: Você já fingiu orgasmo?

Eu respondo que sim, eu já fingi, pra acabar com algo que estava chato ou simplesmente pra agradar.
Não é de meu feitio nem de meu agrado fazer isso, mas não descarto a hipótese de fazer novamente pra me livrar de uma situação desagradável caso não veja outro jeito.
Antigamente as mulheres eram reprimidas na hora do sexo, praticamente proibidas de gozar, deviam simplesmente se submeter para o prazer do homem. Hoje, depois de muita briga e muito sutiã queimado, as mulheres continuam sendo encarceradas, mas agora por vontade própria.
Se antes era a submissão, hoje é a obrigação. As mulheres se tornaram mais livres, mais libertinas, mais ousadas, tem ido a caça sem vergonha. Com isso a concorrência aumenta e o medo também.
Talvez por causa dessa impetuosidade feminina, talvez por outro motivo que desconheço, fato é que os homens estão ficando mais… fracos. Eles não precisam mais se dar ao trabalho de caçar uma mulher, ou tem medo de toda essa individualidade e autoritarismo que elas têm, alguns homens se tornaram tão fracos que são mais delicados que muitos gays, outros são gays e nem sabem porque.
O ponto em que quero chegar é, com cocorrencia grande e produto pouco, ganha quem fizer melhor. É aí onde a mulher se perde e finge orgasmos, pra inflar o ego de seu homem dizendo que ele é o garanhão fodedor mais pica de toda a galaxia.
O sexo fica superficial, incompleto. Conheço pessoas que até hoje não sabem se chegaram a ter um orgasmo verdadeiro, de tanto que fingiram.
Eu, tendo já experiencia na questão, recomendo: matem o machinho de desgosto, mas não finjam orgasmo. Pare, deixe pra outro dia, fique, e por vingança, deixe-o na mão, mas não finja. É ruim pra mulher que fica insatisfeita, é ruim pro homem que fica iludido.
Seja verdadeira consigo mesma e desfrute do prazer real.

Ps: E como saber se teve um orgasmo verdadeiro?
Segundo oq li uma vez: Pele arrepia, bicos endurecem, abdomem contrai, espasmos tomam conta de todo o corpo, o canal sofre contrações e o cerebro se desliga completamente por uma fração de segundos.
Sim, eu realmente li isso!

#Thoughts During Sex

Postado em Uncategorized em Outubro 5, 2009 por confessioning

sequenciasamanthaw81

Certo dia eu estava Twittando e vi esse tópico lá: Toughts During Sex (ou pensamentos durante o sexo).
Vou assumir que quase morri de rir com as respostas que iam desde “Será que ele vai gozar?!” até “Espero que ela tenha 18″.
Comecei a pensar no que eu penso enquanto faço sexo, e engraçado, não me lembro!
Eu sou um ser pensante, mudo de pensamentos com uma facilidade incrivel e viajo neles, com isso, antes de provar do sexo com penetração, pensar demais (ou de menos) só atrapalhava.
Eu pensava demais no que fazer, em qual as sensações possíveis, se eu deveria estar fazendo aquilo…Era quase um momento de reflexão e estudo.
Hoje em dia eu já consigo relaxar e simplesmente deixar o momento fluir, me levar aonde o tesão ordenar, mas volta e meia o cerebro teima em funcionar e eu começo a pensar, as vezes, em coisas completamente fora do contexto sexual. Isso claro, se tiver fraco, pq tem pessoas que tem o poder de me pirar, me tirar de mim, extrair minha consciencia.
E é assim que eu mais gosto!
Mas e você, oq pensa durante o sexo?